sexta-feira, 14 de outubro de 2011

E se taxassem quem rouba?

via Google
A Entidade Reguladora da Saúde vem propor formas alternativas de financiamento da saúde. Referem-se, nomeadamente, a taxas nas comunicações móveis. A ERS estima que só desta taxa adviria um proveito financeiro superior ao que o Estado prevê arrecadar com alterações na taxa moderadora.
Esta mesma Entidade vai mais longe e sugere ainda novas taxas no tabaco, bebidas alcoólicas e açucaradas.
Todas as verbas são poucas, sabêmo-lo.

Fazendo um exercício de pesquisa semelhante e justo, porque não calculam quanto lucraria o Estado se taxasse, à unidade percentual, ou ainda que também ao cêntimo, as transações ilícitas relativas a coisas tão abstratas como corrupção e evasão fiscal?

Como fazer? Estupidamente fácil.
Irei ter de trabalhar trinta minutos diários extra a partir, provavelmente, de Janeiro.

Era só pedir ao Sr. Ministro Paulo Macedo que fizesse os seus trinta minutos na
Direção Geral dos Impostos.

Penso que seria uma forma de promover ainda a produtividade política e a multi-disciplinaridade ministerial.
Criaria espírito de grupo e daria um ótimo exemplo aos portugueses.

Não?
Tudo bem. Foi só uma ideia.

2 comentários:

Anónimo disse...

E a prostituição deve ser legalizada para poder ser taxada.

André Couto disse...

E porque não?